Mastercard pretende usar cartão de débito no ônibus

mastercardA Mastercard fez uma parceria com emissores, operadoras de transporte, empresas de bilhetagem e adquirentes, para um projeto piloto. No qual o usuário de transporte público poderá usar o cartões de crédito, para comprar passagens. Assim como poderá usar também o débito e pré-pago da Mastercard que tenham a função de pagamento por aproximação, sem contato. Além disso, usuários também poderão utilizar cartões registrados em carteiras digitais de celulares.

“O novo meio simplifica a vida do cidadão ao eliminar a necessidade de pegar filas para comprar o bilhete comum, além de acabar com a necessidade de pagar passagem de ônibus com dinheiro”, explica a companhia.

Regiões beneficiadas

O projeto piloto deve ser iniciado em outubro nas três regiões. Em São Paulo, na linha Diadema/Berrini – Metra e no Rio de Janeiro – Central do Brasil (principais estações do ramal Deodoro). Em Curitiba, o piloto está previsto para novembro nos ônibus da região metropolitana.

A empresa pretende levar essa tecnologia de pagamento sem contato para as principais capitais do país. E assim deve atender tanto o transporte ferroviário (trens e metrô) quanto ônibus urbanos.

Inovação no transporte

“A inovação de pagamento no transporte público foi projetada pela Mastercard a partir do grande desafio que o tema mobilidade urbana apresenta em escala global e, no Brasil, não é diferente. O objetivo é contribuir para que as cidades se tornem mais eficientes e sustentáveis e, com isso, permitir que a vida seja mais inclusiva, segura e conveniente para seus habitantes”, dise Alexandre Brito, vice-presidente de Desenvolvimento de Aceitação, Varejo e Novos Negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul.

A Mastercard tem como uma de suas metas, acabar com o dinheiro em espécie. Nesta etapa do projeto, o foco é substituir o dinheiro circulante utilizado no pagamento da viagem pelo meio eletrônico. Isso pode ser com o cartão Mastercard sem contato ou com as carteiras digitais dos celulares.

A consultoria Value Partners analisou os custos indiretos do dinheiro, a economia informal. E também os impactos da migração para meios eletrônicos de pagamento em 35 países. Segundo o estudo, no Brasil um aumento de 10% no uso dos meios eletrônicos já teria potencial de expandir o PIB em 1%.

Fonte: Tecmundo

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