1 – Ler obras de ficção
Mesmo que a história não seja real, pode ter sido integrada em locais reais ou acontecida dentro de um determinado contexto histórico, isso significa que, é possível aprender coisas novas sobre lugares, eventos e personagens relevantes.
Mas, os seres humanos não foram “projetados” para entender o que estão lendo da mesma forma como compreendem o que é transmitido oralmente. Assim, quando lemos, nosso cérebro precisa criar novos circuitos e, para se manter em forma, precisam ser exercitados.
Pesquisadores da Universidade York de Toronto descobriram que pessoas que leem obras de ficção com frequência são mais empáticas e mais propensas a ter uma visão mais geral das coisas, além de terem mais facilidade em entender os outros. Portanto, ler bons livros pode ser uma excelente maneira de melhorar a inteligência emocional.
2 – Jogar video game
Apesar de alguns jogos que envolvem tiros em primeira pessoa serem muito criticados por conta da violência, um estudo revelou que games de ação podem ajudar no desenvolvimento do cerebelo, do córtex pré-frontal e do hipocampo direito, que são áreas do cérebro envolvidas em atividades complexas, como memória espacial, navegação e coordenação entre o movimento das mãos e a visão.
Pesquisadores observaram pessoas jogando video game e resolvendo quebra-cabeças e compararam os resultados, e perceberam que os gamers tinham mais facilidade de evitar distrações e possuíam maior atenção visual seletiva com respeito aos demais participantes, isso significa que os jogadores apresentavam uma maior capacidade de processar informações visuais.
3 – Dançar
Um estudo realizado ao longo de mais de duas décadas com idosos acima dos 75 anos de idade revelou que dançar regularmente pode melhorar as funções cognitivas, além de aumentar a acuidade mental. Os cientistas avaliaram os benefícios de atividades como ler, jogar golfe, nadar, andar de bicicleta, fazer palavras cruzadas etc. e descobriram que a dança era a que oferecia mais vantagens.
De todas as atividades analisadas, a prática frequente de dança foi a única a oferecer proteção contra o surgimento da demência. O mais interessante na conclusão é que os benefícios podem ser efetivos para pessoas de todas as idades, e eles acreditam que isso se deva ao fato de a dança envolver o reconhecimento de padrões e a consciência espacial que, por sua vez, promove a conexão de vias neurais do hipocampo e do córtex cerebral, fortalecendo o cérebro.
4 – Tocar um instrumento musical
Tocar um instrumento faz com que vários processos mentais aconteçam ao mesmo tempo. Essas ações seriam equivalentes a colocar o cérebro todo para se exercitar, já que ativam diferentes áreas cerebrais, especialmente o córtex motor, o auditivo e o visual. Além disso, o processo de aprendizado está apoiado na disciplina e na prática frequente, e esse tipo de rotina é ideal para melhorar e fortalecer a atividade cerebral.




