Humanos com membros biônicos há pouco tempo era exclusividade do mundo da ficção, mas futuramente, é provável que todos sejam um pouco ciborgues.
Atualmente já é possível utilizarmos a tecnologia para repor partes defeituosas dos nossos corpos. A tendência é que essa prática se torne avançada e cada vez mais comum. A Agência de Projetos Avançados de Pesquisas de Defesa (DARPA, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, planeja desenvolver um implante cerebral que conecta cérebros humanos a computadores. O programa chamado Sistema de Design de Engenharia Neural pretende atuar como tradutor entre o cérebro e o mundo digital, oferecendo aos humanos visão e audição aprimoradas.
O órgão atualmente trabalha com oito projetos que visam aprimorar as capacidades físicas e cognitivas por meios tecnológicos. Entre eles estão o uso da nanotecnologia que estimula os órgãos a se curarem sozinhos, um implante de memória e sensores capazes de fazer pessoas amputadas desenvolverem a sensibilidade através de suas próteses.
Com a tecnologia relacionada das interfaces cérebros e computadores, pessoas com problemas físicos já podem controlar órgãos biônicos com a mente. O desenvolvimento de exoesqueletos também ajudará pessoas com dificuldades de locomoção a voltarem andar. As possibilidades de aprimoramento de nossas capacidades por meio de tecnologia são infinitas. Só o tempo dirá como nossa integração com as máquinas afetará o destino humano.



