Os 11 jogadores de um time de futebol, ocorrido Congo, foi relatado pelo jornal diário L’Avenir, de lá. Segundo o jornal, os jogadores tinham entre 20 e 35 anos. Outras 30 pessoas foram queimadas. Os jogadores do time visitante, de um povoado vizinho, Basangana, “curiosamente, saíram ilesos”, informou a ACP num comunicado enviado de Katanga, a capital da província. Por isso, muitos acusaram de bruxaria os torcedores do time.
Trinta espectadores também morreram queimados pelo raio que caiu no estádio de Bena Tshadi, na província de Kasai Ocidental. As duas equipes estavam empatadas em 1×1, quando o raio caiu, atingindo os jogadores da casa e os torcedores.
As acusações de bruxaria dividiram a opinião popular, já que aquela região é conhecida por misturar práticas ritualísticas e futebol. Muitos dos detalhes sobre o caso permanecem obscuros enquanto o país passa por uma guerra civil entre o governo de Laurent Kalibia e rebeldes apoiados por Ruanda.
Investigação
A população de lá costumam contratar “doutores-bruxos” pra azarar os adversários em decisões importantes. A ACP relata que, “A natureza do raio já dividiu a população deste condado, caracterizado pelas práticas de magia negra no futebol”. E acrescenta que isso aponta a “dificuldade dos investigadores para esclarecer a parte de direito e de bruxaria”.
Na África do Sul, também no último fim de semana, um raio atingiu um estádio onde estava sendo realizada uma partida pela primeira divisão do Campeonato Sul-Africano, nenhum jogador morreu. Seis atletas ficaram feridos e foram socorridos dentro de campo e em seguida levados para um hospital.




